
No nosso blog iremos abordar o mundo da Física além de curiosidades. Colaboradores: Alunos do 3ºC:Allanys 01, Giovanna 09, Igor 11, Marcela 24, Thaís 32
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terça-feira, 10 de novembro de 2015
domingo, 28 de junho de 2015
Revisão Simulado 2° tri
Simulado
2015 – Física
Instrumentação, unidades de medida no SI, mudanças de estado
físico da matéria, dilatação de sólidos e líquidos
Dilatação de sólidos: pode ser Linear, Superficial ou
Volumétrica
Dilatação Linear
·
Depende
da variação da temperatura, do comprimento inicial do objeto e do material do
qual ele é feito
·
É
aquela que ocorre em linha reta, por assim dizer.
·
Exemplos: trilhos de trem, arestas de cubos ou
quadrados, paredes, barras de portões, lápis
Diltação linear
|
Dilatação Superficial
·
Depende
da variação da temperatura, da área inicial do objeto e do material do qual ele
é feito
·
É
aquela em 2D; conjunto de linhas formando uma área.
·
Exemplos: uma das faces de um cubo, a
superfície de um quadrado, a área ou superfície de uma sala, a superfície de
uma folha de papel
Dilatação superficial
|
Coeficiente de dilatação superficial
|
Dilatação Volumétrica
·
Depende
da variação da temperatura, do volume inicial do objeto e do material do qual
ele é feito
·
Nesta
dilatação todas as dimensões do objeto dilatam; comprimento, altura e largura
(3D).
·
Exemplo:
a dilatação de um cubo, de uma caixa de água, engradado de madeira, caixa de
papelão, containers de ferro
·
Na
realidade, todas as dilatações são volumétricas na prática, mas as questões
escritas costumam separar as 3 dilatações para que os cálculos possam ser
feitos de acordo com o que se quer saber
Dilatação volumétrica
| ||
Coeficiente de dilatação volumétrica
|
Cálculo do volume de um cubo: tamanho da aresta ao cubo (elevado à 3)
Obs. Nessa tabela a variação de temperatura está representada de modo diferente do usual, que é Δt, mas significa a mesma coisa.
Os coeficientes de dilatação linear,
superficial ou volumétrica é um número fixo que varia de matéria para material.
Em questões de dilatação de sólidos ou líquidos, ou a questão já te fornece o
valor ou ela dá todos os outros valores da fórmula para você achar o alfa, beta
ou gama. Por isso, a única coisa que quem vai fazer essas questões deve saber
sobre os coeficientes de dilatação é sua unidade de medida.
Ás vezes será dado o valor de alfa em
uma questão que pede a dilatação superficial ou volumétrica. Responder essa
pergunta se torna fácil se você apenas lembrar que o beta é o dobro do alfa e o
gama é o triplo do alfa.
Ex:
α = 5 . 10 -5 ° C-1
β = 10 . 10 -5 ° C-1
γ = 15 . 10 -5 ° C-1
Apenas o número antes da multiplicação
que muda, o resto basta copiar.
Dilatação
de líquidos – Dilatação Volumétrica
Na dilatação de líquidos entra o
conceito de Dilatação aparente. Essa dilatação apenas acontece se o recipiente
estiver cheio, e nada mais é do que a parte do líquido que vaza.
Mas se o líquido está sendo aquecido
dentro de um recipiente, isso significa que o recipiente também dilatou. E se o
líquido transbordou, quer dizer que esse líquido dilatou mais do que o que
vaza, para poder preencher o espaço extra que o recipiente “ganhou” ao dilatar.
Então, no caso dos líquidos, sua
dilatação volumétrica é chamada de Dilatação Real (total) e depende de 2
dilatações:
Dilatação
Real = dilatação do recipiente + dilatação aparente
Obs. Na verdade, todas as fórmulas de dilatação são praticamente as mesmas, tanto para sólidos como para líquidos. Nos líquidos, a fórmula da Dilatação volumétrica do líquido é igual ao da Dilatação aparente, apenas o coeficiente de dilatação que muda.
Dilatação real
|
Dilatação do recipiente
|
Obs. Na dilatação aparente, nesta fórmula é usado o coeficiente de dilatação do líquido, mas como o 2°D aprendeu como Coeficiente de dilatação aparente, basta trocar essa informação na fórmula. Abaixo estão duas formas de se achar o coeficiente de dilatação aparente; uma deriva da outra, e a que está fora da tabela é a aprendida em sala.
Dilatação aparente
|
Coeficiente de dilatação real
|
Unidades no SI
Dilatação Linear
·
t,
t0, Δt: °C
·
L, L0, ΔL: cm
·
α:
° C-1
Dilatação Superficial
·
A,
A0, ΔA: cm2
·
t,
t0, Δt: °C
·
β:
° C-1
Dilatação Volumétrica
·
V,
V0, ΔV: cm3
·
t,
t0, Δt: °C
·
γ:
° C-1
Instrumentação
·
Calor: calorímetro
·
Massa: balança
·
Velocidade: velocímetro
·
Pressão: barômetro ou manômetro
·
Peso: dinamômetro
·
Densidade: densímetro
·
Tempo: relógio
Obs. Foram exemplificados aqui apenas
algumas unidades do SI e alguns instrumentos. Saibam que não é só isso que
possivelmente cairá no Simulado.
Sites das fórmulas:
https://pt.wikipedia.org/wiki/%CE%93
sexta-feira, 10 de abril de 2015
TESTE DE FÍSICA
QUESTÕES OBJETIVAS:
(Valor: 1,0 cada)
1)- Um corpo está flutuando em um líquido. Nesse caso:
(A) - o
empuxo é menor que o peso.
(B) – o
empuxo é maior que o peso.
(C) – o
empuxo é igual ao peso.
(D) – a
densidade do corpo é maior que a do líquido.
(E) – a
densidade do corpo é igual a do líquido.
2)- (UFPEL – RS)- A expressão “ Isso é
apenas a ponta de um iceberg” – muito usada conotativamente, hoje em dia, para
mostrar que se vê apenas uma parte muito pequena de um problema, ficando o
resto “ escondido” – faz referência a uma situação física.
Assinale a
alternativa cujos dados se relacionam corretamente com essa situação.
(A)- o Poder
das Pontas e a Rigidez Dielétrica.
(B)-
Arquimedes e o Teorema do Empuxo.
(C)- Pascal
e o Princípio da Prensa Hidráulica.
(D)- Newton
e o Princípio da Ação e Reação.
(E)- A Lei
de Stevin e a Diferença de Pressão.
3)- (UFLA – MG – 011)- Na hidrostática, estuda-se o
equilíbrio dos fluídos, sejam eles líquidos ou gasosos. Considerando essa
afirmativa, é correto afirmar:
(A)- A lei
de Stevin avalia o empuxo, que é a força que um líquido exerce sobre um corpo
imerso.
(B)- O
princípio de Arquimedes avalia o empuxo, que é a força que um líquido exerce
sobre um corpo imerso.
(C)- O
princípio de Pascal avalia o empuxo, que é a força que um líquido exerce sobre
um corpo imerso.
(D)- Vasos
comunicantes é uma forma de avaliar o empuxo, que é a força que um líquido
exerce sobre um corpo imerso.
4)- (CFT – MG – 010)- Uma criança boiando na água de uma
piscina, ao inspirar o ar e mantê-lo, por alguns segundos, preso nos pulmões,
percebe sua elevação em relação ao nível da água. Esse fato pode ser descrito
pela(o) :
(A)- aumento
do peso da água deslocada.
(B)- aumento
do empuxo da água da piscina.
(C)-
diminuição da densidade média da criança.
(D)-
diminuição da densidade da água da piscina.
QUESTÕES DISSERTATIVAS
(Valor:2,0 cada)
1)-
(UNESP –SP)-
Considere o Princípio de Arquimedes aplicando às situações descritas e
responda.
(A)- Um
submarino está completamente submerso, em reposo, sem tocar o fundo do mar. O
módulo do empuxo, exercido pela água no submarino, é igual, maior ou menor que
o peso do submarino? Justifique sua resposta.
(B)- Quando
o submarino passa a flutuar, em repouso, na superfície do mar, o novo valor do
empuxo, exercido pela água do submarino, será menor que o valor da situação
anterior (completamente submerso). Explique por quê.
2)- (UNEMAT – MT -011)- Um objeto de
volume 26 cm³, encontra-se totalmente imerso em um líquido de densidade igual a
1000 Kg/m³. O valor do empuxo do líquido sobre o objeto será de: (Dado g= 9,8
m/s²).
(A)- 0,2548
N (B)- 28,84 N (C)- 254,8 N (D)- 2884 N (E)- 2900 N
3)- Um objeto com massa de 10Kg e volume
de 0,002m³ é colocado totalmente dentro da água (d = 1kg/L). Use g = 10 m/s².
(A)- Qual é
o valor do peso do objeto?
(B)- Qual é
a intensidade da força de empuxo que a água exerce no objeto?
(C)- Qual o
valor do peso aparente do objeto?
(D)-
Desprezando o atrito com a água, determine aceleração do objeto.
quinta-feira, 9 de abril de 2015
Simulado - Estática
Corpo parado
Condição de equilíbrio estático: a soma das forças externas deve ser 0
Fórmulas para descobrir as forças faltantes:
F1 sen θ = F1y
F1 cos θ = F1y
F1 cos θ = F1y
Essas fórmulas são basicamente um Teorema de Pitágoras, em que se substituem os catetos pelas Foças.
Obs. Quando as Forças forem em direções opostas, é preciso subtrair uma da outra para obter a força resultante desse sistema.

Quando as Forças tiverem o mesmo sentido, soma-se seus valores para obtenção da força resultante.

Obs. Quando as Forças forem em direções opostas, é preciso subtrair uma da outra para obter a força resultante desse sistema.
Quando as Forças tiverem o mesmo sentido, soma-se seus valores para obtenção da força resultante.
Equilíbrio do corpo extenso
Momento: é toda força que gera uma rotação sobre um corpo
Fórmula:
Lembrar que a distância (d) é medida a partir do ponto de referência, que é um ponto fixo no corpo, até o ponto de aplicação da força.
Sentidos da força: independentemente de onde a Força é aplicada em um corpo, se esse corpo girar em sentido horário, o sinal da Força será negativo e, consequentemente, seu Momento também. Se o corpo girara em sentido anti-horário, o sinal da Força será positivo e, por consequência, seu Momento também será positico.
Por exemplo:
P é o ponto fixo usado como referência
d1 é a distância da F1 até o P
d2 é a distância da F2 até P
Usando o que foi dito acima, tanto F1 como F2 são negativos, pois movem o corpo em sentido horário.
Como descobrir o Momento desse corpo?
- Pensar nas Forças F1 e F2 separadamente
- Substituir F1 (com sinal negativo) e d1 na fórmula do Momento
- Substituir F2 (com sinal negativo) e d2 na fórmula do Momento
- Somar os dois resultados anteriores e acrescentar a unidade de medida : N.m
Obs. Se as distâncias forem dadas em cm, usa-se cm para todo o exercício, normalmente. Mas se pedir para dar a resposta em m, é só resolver tudo em cm e no final converter o resultado de cm para m.
1 m = 100 cm
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